A Horse With No Name

cavalo

domingo, 10 de julho de 2011

The Jeff Beck Group


The Jeff Beck Group foi uma banda de rock britânica formada em Londres em fevereiro de 1967 pelo guitarrista Jeff Beck.

Sua primeira formação consistia de Jeff Beck (guitarra), Rod Stewart (vocais), Ron Wood (baixo) e Aynsley Dunbar (bateria).

A banda se separou em 1969. Wood e Stewart foram para o Small Faces, que então passou a ser chamado The Faces. Beck reformou o grupo em 1971 com o vocalista Bob Tench, o tecladista Max Middleton, o baixista Clive Chaman e o baterista Cozy Powell. Esta formação lançaria mais dois álbuns, até sua dissolução em 1972.

Fonte: Wikipédia


1971 - ROUGH AND READY

01 | Got the Feeling
02 | Situation
03 | Short Business
04 | Max's Tune
05 | I've Been Used
06 | New Ways Train Train
07 | Jody


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sábado, 9 de julho de 2011

Van Morrison

MOONDANCE

Astral Weeks, o LP de 1968 de Van Morrison, o tornou um herói cult. Mas Moondance foi seu primeiro álbum a entrar no Top 30 e também o primeiro a ganhar o disco de platina.

Morrison estava vivendo no paraíso rural de Woodstock quando compôs boa parte das músicas do disco, mas acabou saindo dali por conta da invasão de novos moradores depois do famoso festival. Alguns dos músicos reunidos para este álbum continuaram com ele durante anos, como o guitarrita John Platania, o trompetista Jack Schorer e o tecladista Jeff Labes.

Moondance mostra o talento de mestre de Van Morrison como compositor e vocalista. Em contraponto ao acústico Astral Weeks, o álbum apresenta um som maior, mais robusto, com um naipe de metais que acrescenta potência à música; as canções são mais bem estruturadas, com menos improvisação. O lado A do LP é quase perfeito. "And It Stoned Me" traça um quadro detalahado da adolescência, enquanto a jazzística faixa-título é, até hoje, uma das músicas mais importantes da carreira de Morrison. Uma etérea balada de marinheiros, "Into The Mystic" é uma reflexão emocionada sobre o esplendor do amor, na qual o arrepiante naipe de cordas combina maravilhosamente com os vocais. No mais, um ar comemorativo, quase de alegria espiritual, permeia várias faixas - como as três últimas: "Brand New Day", Everyone" e "Glad Things".

Em 1971, Helen Raddy fez sucesso nos EUA com "Crazy Love" e a versão de Johnny Rivers para "Into The Mystic" chegou às paradas em 1970. O próprio Van ficou entre os Top 40 com "Come Running".

Sua carreira solo estava em ascensão.

1970 | MOONDANCE

01 | And It Stoned Me
02 | Moondance
03 | Crazy Love
04 | Caravan
05 | Into the Mystic
06 | Come Running
07 | These Dreams of You
08 | Brand New Day
09 | Everyone
10 | Glad Tidings

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Texto: 1001 discos para ouvir antes de morrer.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Soneto 22

o espelho não me prova que envelheço
enquanto andares par com a mocidade;
mas se de rugas vir teu rosto impresso,
já sei que a morte a minha vida invade.

pois toda essa beleza que te veste
vem de meu coração, que é teu espelho;
o meu vive em teu peito, e o teu me deste:
por isso como posso ser mais velho?

portanto, amor, tenhas de ti cuidado
que eu, não por mim, antes por ti, terei;
levar teu coração, tão desvelado
qual ama guarda o doce infante, eu hei.

e nem penses em volta, morto o meu,
pois para sempre é que me deste o teu.

william shakespeare

...::: para ana paula :::...

terça-feira, 7 de junho de 2011

Carlos Drummond de Andrade


:: VERDADE ::

Carlos Drummond de Andrade

A porta da verdade estava aberta,
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.

Assim não era possível antigir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só trazia o perfil de meia verdade.
E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia seus fogos.
Era dividida em metades
diferentes uma da outra.

Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada um optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia.

sábado, 16 de abril de 2011

Tame Impala

Na biologia, espécie endêmica é aquela que só ocorre em uma determinada região do planeta. O Tame Impala é de Perth, na Austrália e parece que o seu som – espaçoso, supersônico e psicodélico - só poderia ser feito por quatro sujeitos que habitam uma região tão remota e isolada do planeta, mesmo para os padrões globalizantes. A origem dessa espécie ajuda um pouco a explicar o modo como ela soa no seu disco de estréia, “Innerspeaker”.

Na sua própria definição, o que a banda faz é “psychedelic hypno groove melodic rock music”. Não precisa traduzir: basta ouvir as 11 músicas do disco para perceber que os caras realmente gostam muito de rock psicodélico, sejam os campos floridos dos Beatles em sua fase “ácida” ou as pesadas viagens instrumentais do Cream. O importante, u-hu, é drop out.

É uma trilha interessante e que, apesar de bastante percorrida, ainda serve como inspiração para muita gente boa, como o Spiritualized já provou há algum tempo, quando nos levou para flutuar no espaço. O lance é que a psicodelia do Tame Impala – nome lindo para uma banda – parece diferente de todas as outras. Talvez seja a distância e o isolamento que façam com que o grupo liderado por Kevin Parker (voz, guitarra) pareça com tantos outros, mas nunca deixe de ser, paradoxalmente, tão original e avançado.

“Innerspeaker” reflete, de certa forma, o desenho de sua capa: uma vasta e exuberante floresta, levemente alterada por um campo de força (ou só eu que vi isso?). Na psicodelia do Tame Impala e seus mágicos de Oz, há áreas de atração ao stoner rock (também um filho da psicodelia) e ao pop britânico (via Stone Roses). O que faz com que essa mistura não desande ou soe ordinária é a exuberância técnica dos integrantes da banda – alémde Parker, Dominic Simper (guitarra), Nick Allbrook (baixo) e Jay Watson (bateria) – e sua postura progressista, privilegiando texturas e riffs, em vez de exibições de virtuose.

Além da mixagem de Dave Fridman (Mercury Rev, Flaming Lips), deve ter ajudado também a dar um clima especial/espacial ao disco o fato de ele ter sido gravado em um estúdio em frente ao mar, em Injidup, uma cidade de praia, a quatro horas de Perth. Entenderam? Os caras moram em Perth! Na Austrália!! E foram se isolar ainda mais para fazer “Innerspeaker”!!!

O disco – daqueles para ouvir ALTO e em boas caixas de som - é encharcado de reverb, aquele efeito que dá “espaço” às gravações, fazendo com que, às vezes, elas soem como se tivessem sido feitas em uma grande catedral. Nos vitrais, imagens do Animal Collective, Jimi Hendrix Experience, MGMT (com quem o TI excursionou recentemente), Kyuss e Love. Dentro desse contexto todo, dá para entender o poder e o estranho encanto de músicas como “Arrow time”(que parece que vai virar “I want you”, dos Beatles, a qualquer hora), “Jeremy´s Storm” e, a preferida da casa, “Alter ego”, pesada, grandiosa, ventilada, com todas as suas janelas e dimensões abertas à nossa visitação.

Texto | O Globo

2010 | INNERSPEAKER

It's Not Meant To Be
Desire Be Desire Go
Alter Ego
Lucidity
Make Up Your Mind
Solitude Is Bliss
Jeremy's Storm
Expectations
Bold Arrow Of Time
Runway Houses City Clouds
I DonT Really Mind

segunda-feira, 7 de março de 2011

Five Horse Johnson

Five Horse Johnson é uma banda de blues-rock americana, formada em 1995 de Toledo, Ohio. A banda combina hard rock, o blues e outras influências em uma mistura de stoner rock / blues.

2003 - LAST MEN ON EARTH

Cry Rain
Cherry Red
Soul Digger
Three at a Time
Blood Don't Pay
Love 2 Lose
Sweetwater
B.C. Approved
Sawhill
Yer Mountain

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terça-feira, 1 de março de 2011

Foghat


Foghat é uma banda de rock britânica que teve o auge de seu sucesso na segunda metade da década de 1970. Seu estilo pode ser descrito como blues-rock, dominados por guitarras e guitarras slide. A banda conseguiu cinco discos de ouro, e conseguiu se manter popular durante a era da música disco; a popularidade do grupo, no entanto, entrou em declínio no início dos anos 80.

A banda contava inicialmente com Dave Peverett ("Lonesome Dave") na guitarra e vocal, Tony Stevens no baixo e Roger Earl na bateria. Após os três saírem do Savoy Brown em dezembro de 1970, Rod Price foi chamado para a guitarra e a guitarra slide, e o Foghat foi formado oficialmente em janeiro de 1971. Seu álbum de 1972, Foghat, foi produzido por Dave Edmunds, e tinha um cover de "I Just Want to Make Love to You", de Willie Dixon, que foi muito tocada nas estações de rádio FM da época.

Mais sobre Foghat: ::AQUI ::

1972 | FOGHAT

01 | I Just Want to Make Love to You
02 | Trouble,Trouble
03 | Leavin' Again (Again!)
04 | Fool's Hall of Fame
05 | Sarah Lee
06 | Highway (Killing Me)
07 | Maybellene
08 | A Hole to Hide In
09 | Gotta Get to Know You

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