A Horse With No Name

cavalo

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

PJ Harvey

"PJ Harvey" nasceu Polly Jean Harvey no dia 9 de outubro de 1969. A menina cresceu na fazenda de sua família em Corscombe, Inglaterra. Seus pais fazendeiros (pai caçador e mãe artista) colocaram a menininha em contato com a música logo cedo, num tempo em que música de fazenda era blues. Assim ela logo se acostumou com o som da triste música dos corações sofredores. Alguns dos artistas mais presentes na infância musical de Polly eram Captain Beefheart e Bob Dylan. Quando adolescente, Polly começou a passar para o outro lado da música, o lado de quem a faz. Primeiro tocando saxofone num grupo de oito músicos, o Boulogne, e depois compondo para o trio Polekats, que tocava em pubs locais.

Após ter freqüentado um breve curso universitário de artes, e de sua retomada do saxofone em outro grupo musical (por 2 anos e meio), Polly muda-se para Londres no ano de 1991. Sua intenção inicial era conseguir a graduação em artes, mas em pouco tempo a música volta a ocupar lugar de louvor em sua carreira.

Foi associando-se ao baixista Ian Olliver e ao bateirista Rob Ellis (que também tomava conta dos backing vocais) que PJ formou sua "banda", ou melhor, seu "trio", o "PJ Harvey". Com eles, ainda em 1991, ela gravou os demos "Dress" e "Sheela-na-Gig", ambos indie rock com refrões deliciosos e uma performance vocal que viriam a arrancar elogios rasgados da crítica. O selo londrino "Too Pure" interessou-se pelo trabalho da moça e contratou seu trio. Assim surgia o single de sucesso "Dress", gravado no estúdio "Icehouse", em Yeovil, Somerset. ...

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THE PEEL SESSIONS 1991-2004

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Lily


1971 | ONION

Alone Am I
I Had A Dream
Train Window (Reminds Me Of Your Smile)
Woke Up Blues
Twelve Midnight
As I Can't Sleep
How Have You Been
My Movie
Calender With Just August
Life Is Repeating
Close Your Eyes
So Far Away

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Criolo


Quando lançou seu primeiro disco em 1974, Cartola já contava com mais de sessenta anos de idade, embora participasse ativamente das rodas de samba cariocas e fosse um dos maiores compositores de seu tempo, ainda era uma pessoa presa ao seu circulo. Kleber Cavalcante Gomes, ou como é conhecido, o Criolo (ex-Criolo Doido) não levou o mesmo tempo para alcançar seu disco de estreia – Ainda Há Tempo (2006) – embora fosse, assim como Cartola, muito mais conhecido dentro do circuito do rap nacional do que além dele. Com seu novo álbum, uma espécie de segundo disco de estréia, o paulistano vai atrás de novas sonoridades, em busca de expansão do seu próprio território.

Nó na Orelha (2011) é um trabalho que se define logo em seu título, afinal é hip-hop, mas também é samba, transita por boleros, assim como se entrega ao funk, sem falar nas diversas referências regionais que vão se evidenciando ao longo do trabalho, uma miscelânea de ritmos, em sua maioria nacionais, que permitem a Gomes passear em diversos territórios, como se desbravasse cada uma das múltiplas tonalidades da música.

Quando rapper, Criolo, que é um dos criadores da conhecida Batalha dos MC’s, se aventura na descrição tanto de cenários, quanto nas situações que o rodeiam. A cidade de São Paulo se apresenta como a grande musa do poeta, servindo de tema para boa parte das composições, algo que torna-se evidente logo nas primeiras faixas do álbum, através de músicas como Não Existe Amor em SP ou mais à frente com Grajauex. Essa última, um brilhante jogo de palavras que funcionam como uma homenagem á região do Grajaú, mais populoso distrito paulista.

Já quando resolve cantar, o músico conta com uma boa vantagem em relação a outros rappers: a voz. Ao contrário de Kanye West, quando deu vida a 808 & Heartbreak (2008), saturando o trabalho com efeitos de autotune, ou mesmo Marcelo D2, em sua homenagem à Bezerra Da Silva, soando de forma imprecisa, Gomes se apresenta como um cantor hábil e que não requer de malabarismos para deixar que fluam seus vocais.

Límpida e cantada em bom tom, a voz de Criolo ecoa de forma agradável através de faixas como Bogotá, dando ginga ao ritmo já acalentador da composição. Lembrando de leve Curumin no disco Japan Pop Show (2008), o músico brinca com os vocais em Samba Sambei, faixa preenchida por toques de reggae e dub, além do funcional naipe de metais que acompanha o disco. Criolo se permite até a arriscar seus vocais no bolero Freguês da Meia-Noite. Soando como uma espécie de Reginaldo Rossi contemporâneo, o músico destila versos metafóricos repletos de sentimentalismos exagerados, porém sinceros.

Com produção de Marcelo Cabral e Daniel Ganjaman, que também assumem boa parte dos instrumentos e bases durante o álbum, Nó na Orelha pode até confundir por sua diversificada sequência de estilos e ritmos distintos, contudo finda-se como um disco inventivo. A pluralidade de formas que atuam como os pilares do trabalho ajudam Criolo a não desabar em redundâncias, evitando que caia nos repetitivos vícios do rap nacional. Um disco que deve levar o rapper para além do seu já conceituado circulo ou mesmo para além de Terras Brasilis.

Por: Fernanda Blammer

2011 | NÓ NA ORELHA

01 | Bogotá
02 | Subirusdoistiozin
03 | Não Existe Amor Em SP
04 | Mariô
05 | Freguês da Meia Noite
06 | Grajauex
07 | Samba Sambei
08 | Sucrilhos
09 | Lion Man
10 | Linha de Frente

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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Kutomo


Músico finlandês de música experimental, folk e psicodélica.


2008 | LAULUJA SURUN KAARESTA

Univelkaisen Varityskirja
Kauas Vie
Hautuulehdon Puut
Runnelma Ja Ruumiin Esto
Orastava Syksy
Meidan Varjoinemme
Kauneudessa Kasvat
Usvan Runoja

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Robert Johnson

Robert Leroy Johnson (8 de maio, 1911 – 16 de agosto, 1938) foi um cantor e guitarrista norte-americano de blues. Johnson é um dos músicos mais influentes do Mississippi Delta Blues e é uma importante referência para a padronização do consagrado formato de doze compassos para o blues. Influenciou grandes artistas durante anos como Muddy Waters, Led Zeppelin, Bob Dylan, The Rolling Stones, Johnny Winter, Jeff Beck, e Eric Clapton, que considerava Johnson "o mais importante cantor de blues que já viveu". Foi considerado o 5º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.

Johnson nasceu em Hazlehurst, Mississippi. Sua data de nascimento oficialmente aceita (1911) provavelmente está errada. Registros existentes (documentos escolares, certidões de casamento e certidão de óbito) sugerem diferentes datas entre 1909 e 1912, embora nenhum contenha a data de 1911.

Robert Johnson gravou apenas 29 músicas em um total de 40 faixas, em duas sessões de gravação em San Antonio, Texas, em Novembro de 1936 e em Dallas, Texas, em Junho de 1937. Treze músicas foram gravadas duas vezes. Suas músicas continuam sendo interpretadas e adaptadas por diversos artistas e bandas, como Led Zeppelin, Eric Clapton, The Rolling Stones, The Blues Brothers, Red Hot Chili Peppers e The White Stripes.

Em 1938 durante uma apresentação no bar "Tree Forks" Johnson bebeu whisky envenenado com estricnina, supostamente preparado pelo dono do bar, o qual estava enciumado por Jonhson ter flertado com sua mulher. Sonny Boy Williamson, que estava tocando junto com Jonhson, havia alertado-o sobre o whisky, porém este não lhe deu atenção. Johnson se recuperou do envenenamento, mas contraiu pneumonia e morreu 3 dias depois, em 16 de Agosto de 1938, em Greenwood, Mississippi. Há várias versões populares para sua morte: que haveria morrido envenenado pelo whisky, que haveria morrido de sífilis e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (Sem Médico) como causa da morte.

Outro mito popular recorrente sugere que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi com seu violão e uma garrafa de whisky adulterado, quando um bend escandaloso de uma gaita cromada, era o diabo. Tomou seu violão e afinou um tom abaixo, devolveu para Johnson e tocou como toca nas gravações... fez isso em troca da proeza para tocar guitarra.

Este mito foi difundido principalmente por Son House, e ganhou força devido às letras de algumas de suas músicas, como "Crossroads Blues", "Me And The Devil Blues" e "Hellhound On My Trail". O mito também é descrito no filme de 1986 Crossroads, no episódio 8, da segunda temporada da série Supernatural e na faixa bônus da pág. 101 do livro Encruzilhada (Literata, 2011), do autor brasileiro Ademir Pascale. O mito ainda explica detalhes sobre ele ter saído desesperadamente do bar Tree Forks, sendo perseguido por cães pretos e foi encontrado com marcas de mordidas profundas, cortes em forma de cruz no rosto e seu violão intacto ao lado do corpo ensanguentado.Robert morreu de olhos abertos e uma expressão tranquila no rosto.

Johnson é freqüentemente citado como "o maior cantor de blues de todos os tempos", ou mesmo como o mais importante músico do Século XX, mas muitos ouvintes se desapontam ao conhecer o seu trabalho, pois o estilo peculiar do Delta Blues e o padrão técnico das gravações de sua época estão muito distantes dos padrões estéticos e técnicos atuais.

Embora Johnson certamente não tenha inventado o blues (há rumores de que foi Charley Patton a primeira estrela do delta blues), que já vinha sendo gravado 15 anos antes de suas gravações, seu trabalho modificou o estilo de execução, empregando mais técnica, riffs mais elaborados e maior ênfase no uso das cordas graves para criar um ritmo regular. Suas principais influências foram Son House, Leroy Carr, Kokomo Arnold, Charley Patton, e Peetie Wheatstraw. Johnson tocou com o jovem Howlin' Wolf e Sonny Boy Williamson (que afirma ter estado presente no dia do envenenamento de Johnson e ter alertado Johnson sobre a garrafa de whisky). Johnson influenciou Elmore James e Muddy Waters, e o blues elétrico de Chicago na década de 1950 foi criado em torno do estilo de Johnson. Há uma linha direta de influência entre a obra de Johnson e o Rock and roll que se tornaria popular no pós-guerra.

Anos após sua morte, o grupo de admiradores de Johnson cresceu e inclui astros do rock como Keith Richards e Eric Clapton.

Em 1999 os The White Stripes lançaram no seu álbum de estréia homônimo uma canção de Johnson; Stop Breaking Down.


ROBERT JOHNSON | THE COMPLETE RECORDINGS

Disc: 1

01 | Kind Hearted Woman Blues
02 | Kind Hearted Woman Blues
03 | I Believe I'll Dust My Broom
04 | Sweet Home Chicago
05 | Rambling On My Mind
06 | Rambling On My Mind
07 | When You Got A Good Friend
08 | When You Got A Good Friend
09 | Come On In My Kitchen
10 | Come On In My Kitchen
11 | Terraplane Blues
12 | Phonograph Blues
13 | Phonograph Blues
14 | 32-20 Blues
15 | They're Red Hot
16 | Dead Shrimp Blues
17 | Cross Road Blues
18 | Cross Road Blues
19 | Walking Blues
20 | Last Fair Deal Gone Down

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Disc: 2

01 | Preaching Blues (Up Jumped The Devil)
02 | If I Had Possession Over Judgment Day
03 | Stones In My Passway
04 | I'm A Steady Rollin' Man
05 | From Four Till Late
06 | Hellhound On My Trail
07 | Little Queen Of Spades
08 | Little Queen Of Spades
09 | Malted Milk
10 | Drunken Hearted Man
11 | Drunken Hearted Man
12 | Me & The Devil Blues
13 | Me & The Devil Blues
14 | Stop Breakin' Down Blues
15 | Stop Breakin' Down Blues
16 | Traveling Riverside Blues
17 | Honeymoon Blues
18 | Love In Vain
19 | Love In Vain
20 | Milkcow's Calf Blues
21 | Milkcow's Calf Blues

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Martha Veléz


Martha Carmen Josephine Hernandéz Rosario de Velez é um dos melhores segredos da música.

O seu álbum “Fiends and Angels” tem as colaborações tão relevantes de Eric Clapton, Jack Bruce, Mitch Mitchell, Jim Capaldi, Christine McVie, Brian Auger, Keef Hartley, Gary Thain, Paul Kossoff, Stan Webb, Chris Wood e muito mais.


1969 | FRIENDS & ANGELS

I'm Gonna Leave You
Swamp Man
Fool For You
In My Girlish Days
Very Good Fandango
Tell Mama
Feel So Bad
Drive Me Daddy
It Takes A Lot To Laugh, It Takes A Train To Cry
Come Here Sweet Man
Let The Good Times Roll

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Atlee

Quarteto californiano que lançou apenas esse disco Flying Ahead, também lançaram um single no mesmo ano, com as músicas "Rip You Up" e "Will Get Together".

Após a gravação desse disco a banda se separou, o vocalista e líder da banda Atlee Yeager gravaria um disco solo chamado "Plant Me Now & Dig Me Later" em 1973 e Don Francisco e Mike Stevens formariam o Highway Robbery.

O som se caracteriza em um Hard Rock com influências do Blues, guitarras potentes, vocais agressivos e rasgados. Uma ótima pedida para quem curte um bom hard rock dos anos 70.

Don Francisco: drums, vocals
Bruce Schaffer: keybords, vocals
Michael Stevens: guitar, vocals
Atlee Yeager: lead vocals, bass

1970 - FLYING AHEAD

Rip You Up
Swamp Rhythm
Painted Ladies
Jesus People
Let's Make Love
Will We Get Together
Dirty Old Man
Ain't That the Way
Dirty Sheets

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