A Horse With No Name

cavalo

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Robert Johnson

Robert Leroy Johnson (8 de maio, 1911 – 16 de agosto, 1938) foi um cantor e guitarrista norte-americano de blues. Johnson é um dos músicos mais influentes do Mississippi Delta Blues e é uma importante referência para a padronização do consagrado formato de doze compassos para o blues. Influenciou grandes artistas durante anos como Muddy Waters, Led Zeppelin, Bob Dylan, The Rolling Stones, Johnny Winter, Jeff Beck, e Eric Clapton, que considerava Johnson "o mais importante cantor de blues que já viveu". Foi considerado o 5º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.

Johnson nasceu em Hazlehurst, Mississippi. Sua data de nascimento oficialmente aceita (1911) provavelmente está errada. Registros existentes (documentos escolares, certidões de casamento e certidão de óbito) sugerem diferentes datas entre 1909 e 1912, embora nenhum contenha a data de 1911.

Robert Johnson gravou apenas 29 músicas em um total de 40 faixas, em duas sessões de gravação em San Antonio, Texas, em Novembro de 1936 e em Dallas, Texas, em Junho de 1937. Treze músicas foram gravadas duas vezes. Suas músicas continuam sendo interpretadas e adaptadas por diversos artistas e bandas, como Led Zeppelin, Eric Clapton, The Rolling Stones, The Blues Brothers, Red Hot Chili Peppers e The White Stripes.

Em 1938 durante uma apresentação no bar "Tree Forks" Johnson bebeu whisky envenenado com estricnina, supostamente preparado pelo dono do bar, o qual estava enciumado por Jonhson ter flertado com sua mulher. Sonny Boy Williamson, que estava tocando junto com Jonhson, havia alertado-o sobre o whisky, porém este não lhe deu atenção. Johnson se recuperou do envenenamento, mas contraiu pneumonia e morreu 3 dias depois, em 16 de Agosto de 1938, em Greenwood, Mississippi. Há várias versões populares para sua morte: que haveria morrido envenenado pelo whisky, que haveria morrido de sífilis e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (Sem Médico) como causa da morte.

Outro mito popular recorrente sugere que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi com seu violão e uma garrafa de whisky adulterado, quando um bend escandaloso de uma gaita cromada, era o diabo. Tomou seu violão e afinou um tom abaixo, devolveu para Johnson e tocou como toca nas gravações... fez isso em troca da proeza para tocar guitarra.

Este mito foi difundido principalmente por Son House, e ganhou força devido às letras de algumas de suas músicas, como "Crossroads Blues", "Me And The Devil Blues" e "Hellhound On My Trail". O mito também é descrito no filme de 1986 Crossroads, no episódio 8, da segunda temporada da série Supernatural e na faixa bônus da pág. 101 do livro Encruzilhada (Literata, 2011), do autor brasileiro Ademir Pascale. O mito ainda explica detalhes sobre ele ter saído desesperadamente do bar Tree Forks, sendo perseguido por cães pretos e foi encontrado com marcas de mordidas profundas, cortes em forma de cruz no rosto e seu violão intacto ao lado do corpo ensanguentado.Robert morreu de olhos abertos e uma expressão tranquila no rosto.

Johnson é freqüentemente citado como "o maior cantor de blues de todos os tempos", ou mesmo como o mais importante músico do Século XX, mas muitos ouvintes se desapontam ao conhecer o seu trabalho, pois o estilo peculiar do Delta Blues e o padrão técnico das gravações de sua época estão muito distantes dos padrões estéticos e técnicos atuais.

Embora Johnson certamente não tenha inventado o blues (há rumores de que foi Charley Patton a primeira estrela do delta blues), que já vinha sendo gravado 15 anos antes de suas gravações, seu trabalho modificou o estilo de execução, empregando mais técnica, riffs mais elaborados e maior ênfase no uso das cordas graves para criar um ritmo regular. Suas principais influências foram Son House, Leroy Carr, Kokomo Arnold, Charley Patton, e Peetie Wheatstraw. Johnson tocou com o jovem Howlin' Wolf e Sonny Boy Williamson (que afirma ter estado presente no dia do envenenamento de Johnson e ter alertado Johnson sobre a garrafa de whisky). Johnson influenciou Elmore James e Muddy Waters, e o blues elétrico de Chicago na década de 1950 foi criado em torno do estilo de Johnson. Há uma linha direta de influência entre a obra de Johnson e o Rock and roll que se tornaria popular no pós-guerra.

Anos após sua morte, o grupo de admiradores de Johnson cresceu e inclui astros do rock como Keith Richards e Eric Clapton.

Em 1999 os The White Stripes lançaram no seu álbum de estréia homônimo uma canção de Johnson; Stop Breaking Down.


ROBERT JOHNSON | THE COMPLETE RECORDINGS

Disc: 1

01 | Kind Hearted Woman Blues
02 | Kind Hearted Woman Blues
03 | I Believe I'll Dust My Broom
04 | Sweet Home Chicago
05 | Rambling On My Mind
06 | Rambling On My Mind
07 | When You Got A Good Friend
08 | When You Got A Good Friend
09 | Come On In My Kitchen
10 | Come On In My Kitchen
11 | Terraplane Blues
12 | Phonograph Blues
13 | Phonograph Blues
14 | 32-20 Blues
15 | They're Red Hot
16 | Dead Shrimp Blues
17 | Cross Road Blues
18 | Cross Road Blues
19 | Walking Blues
20 | Last Fair Deal Gone Down

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Disc: 2

01 | Preaching Blues (Up Jumped The Devil)
02 | If I Had Possession Over Judgment Day
03 | Stones In My Passway
04 | I'm A Steady Rollin' Man
05 | From Four Till Late
06 | Hellhound On My Trail
07 | Little Queen Of Spades
08 | Little Queen Of Spades
09 | Malted Milk
10 | Drunken Hearted Man
11 | Drunken Hearted Man
12 | Me & The Devil Blues
13 | Me & The Devil Blues
14 | Stop Breakin' Down Blues
15 | Stop Breakin' Down Blues
16 | Traveling Riverside Blues
17 | Honeymoon Blues
18 | Love In Vain
19 | Love In Vain
20 | Milkcow's Calf Blues
21 | Milkcow's Calf Blues

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Martha Veléz


Martha Carmen Josephine Hernandéz Rosario de Velez é um dos melhores segredos da música.

O seu álbum “Fiends and Angels” tem as colaborações tão relevantes de Eric Clapton, Jack Bruce, Mitch Mitchell, Jim Capaldi, Christine McVie, Brian Auger, Keef Hartley, Gary Thain, Paul Kossoff, Stan Webb, Chris Wood e muito mais.


1969 | FRIENDS & ANGELS

I'm Gonna Leave You
Swamp Man
Fool For You
In My Girlish Days
Very Good Fandango
Tell Mama
Feel So Bad
Drive Me Daddy
It Takes A Lot To Laugh, It Takes A Train To Cry
Come Here Sweet Man
Let The Good Times Roll

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Atlee

Quarteto californiano que lançou apenas esse disco Flying Ahead, também lançaram um single no mesmo ano, com as músicas "Rip You Up" e "Will Get Together".

Após a gravação desse disco a banda se separou, o vocalista e líder da banda Atlee Yeager gravaria um disco solo chamado "Plant Me Now & Dig Me Later" em 1973 e Don Francisco e Mike Stevens formariam o Highway Robbery.

O som se caracteriza em um Hard Rock com influências do Blues, guitarras potentes, vocais agressivos e rasgados. Uma ótima pedida para quem curte um bom hard rock dos anos 70.

Don Francisco: drums, vocals
Bruce Schaffer: keybords, vocals
Michael Stevens: guitar, vocals
Atlee Yeager: lead vocals, bass

1970 - FLYING AHEAD

Rip You Up
Swamp Rhythm
Painted Ladies
Jesus People
Let's Make Love
Will We Get Together
Dirty Old Man
Ain't That the Way
Dirty Sheets

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Rotterdam Ska-Jazz Foundation


Rotterdam Ska-Jazz Foundation passou a ser conhecida por muitos após a regravação do jazz "A Night in Tunisia" composta por Dizzy Gillespie, mas já interpretado por diversos nomes como Miles Davis, Stefano di Battista, Bud Powell entre outros.

Como já entrega o nome da banda, ela é holandesa, sendo este o seu terceiro álbum. Tocam um mix Ska/Jazz/Rocksteady/Soul, com forte influência nos anos 60 (ao invés da costumeira década de 50), porém, não pode ser considerada um banda retrô.

Elementos como a bateria, guitarra e alguns recursos eletrônicos, tem presença poderosa nas músicas, dando um ar mais moderno em suas composições. Enfim, considero um puta disco, ótima pedida para quem gosta de ska instrumental com composições mais inovadoras.

Por: Música e Cerveja

2003 | SHAKE YOUR FOUNDATION

Night in Tunisia
Dreyfuss is Gone
Lonely Man
Pro Teba (a.k.a Slaviska)
Old Rocking Chair
The Sidewinder
Snake Tie
Road to Kingston
Shot in the Dark
Oublihorns
Lonely Dub
Dubwinder

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Malcolm McLaren


Malcolm McLaren (Londres, 22 de Janeiro de 1946 — Bellinzona, 8 de Abril de 2010) foi uma das personalidades mais importantes do rock, foi o empresário da banda Sex Pistols e de outras bandas, precursora do punk rock na Inglaterra[1]. Em 1980 foi editado The Great Rock'n'roll Swindle[2] que conta a história real dos Sex Pistols.

Malcolm McLaren morreu em um hospital, na cidade de Bellinzona, Suíça, na manhã de 8 de Abril de 2010. Malcolm lutava contra mesotelioma, um tipo de câncer, havia anos e não resistiu devido às suas condições físicas.[4] Foi enterrado em Highgate Cemetery em Londres[5]. Por uma bizarra coincidência, Vivienne Westwood, estilista inglesa que ajudou a popularizar a moda punk, completou 64 anos na mesma data.

Mr McLaren também marcou época ao lançar Buffalo Gals, Worlds Famous, Hobo Scrath, Hey DJ ("break") - entre outras.

Segundo um porta-voz de McLaren declarou ao Independent: "Sua saúde deteriorou rapidamente e ele morreu esta manhã em Nova York. Seu corpo deverá ser enterrado no cemitério de Highgate, em Londres". Entretanto, conforme sua namorada, Young Kim, McLaren "faleceu em um hospital da Suíça onde estava sendo tratado de um câncer".

PARIS (1994)

Disc One
Mon Dié Sénié
Walking With Satie
Père Lachaise
Miles And Miles Of Miles Davis
Jazz Is Paris
Rue Dauphine
Paris Paris (with Catherine Deneuve)
Je T'Aime... Moi Non Plus
Club le Narcisse
La Main Parisienne
Driving Into Delirium
Revenge Of The Flowers (with Françoise Hardy)
In The Absence Of The Parisienne
Anthem
Who The Hell Is Sonia Rykiel?

Disc Two, The Largest Movie House In Paris (The Instrumental Mixes)
Paris Un
Paris Deux
Paris Trois
Paris Quatre
Paris Cinq
Paris Six
Paris Sept
Paris Huit
Paris Lutece Paname

DOWNLOAD:
Disc One | Disc Two

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Airbag


Banda norueguesa de rock progressivo formada em 2005 e que tem na formação atual: Asle Tostrup (vocals) Bjørn Riis (guitars, vocals), Jørgen Hagen (keyboards), Anders Hovdan (bass) and Joachim Slikker (drums).

2009 - IDENTITY

01. Prelude
02. No Escape
03. Safe Like You
04. Steal My Soul
05. Feeling Less
06. Colours
07. How I Wanna Be
08. Sounds That I Hear

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2011 - ALL RIGHTS REMOVED

01. All Rights Removed
02. White Walls
03. The Bridge
04. Never Coming Home
05. Light Them All Up
06. Homesick I-III

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2013 - THE GREATEST SHOW ON EARTH

01. Surveillance (Part 1)
02. Redemption
03. Silence Grows
04. Call Me Back
05. The Greatest Show on Earth
06. Surveillance (Part 2-3)

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Itamar Assumpção


Francisco José Itamar de Assumpção nasceu em Tietê (interior de São Paulo) no dia 13 de setembro de 1949. Bisneto de escravos angolanos, cresceu ouvindo os batuques do terreiro de candomblé no quintal de sua casa. Cresceu em Arapongas, no Paraná, onde se mudou aos 12 anos. Chegou a cursar até o segundo ano de Contabilidade, mas abandonou a faculdade para fazer teatro e shows em Londrina. Aprendeu a tocar violão sozinho e, ouvindo Jimi Hendrix e arranjos de baixo e bateria, apaixonou-se pelo baixo. Mudou-se para São Paulo em 1973 para se dedicar à música.

Itamar Assumpção foi um dos grandes nomes e contribuidores da cena alternativa que dominou São Paulo nos anos 70-80 do século XX, movimento que convencionou-se chamar de Vanguarda Paulista. A Vanguarda Paulista reuniu artistas que decidiram romper o controle das gravadoras sobre a produção e lançamento de novos talentos nos anos finais da Época das Trevas Modernas - anos anteriores a Internet. Os representantes desse movimento eram artistas que produziam e lançavam seus trabalhos independentemente das grandes gravadoras, eram os - hoje pecas de museu - LPs. Criavam suas próprias micro-empresas e gerenciavam a si mesmos. Itamar Assumpção era nome frequente na lista de shows do Teatro Lira Paulistana em Pinheiros, palco que foi denominador comum a todos os membros da Vanguarda Paulista - todos os representantes do movimento invariavelmente por ali passaram.


BELELÉU, LELÉU, EU (1980)

ÀS PRÓPRIAS CUSTAS (1981)

SAMPA MIDNIGHT (1983)

Itamar, ao lado de Arrigo Barnabé, Grupo Rumo, Premê (Premeditando o Breque), dos Pracianos (Dari Luzio, Pedro Lua, Paulo Barroso, Le Dantas & Cordeiro e outros), marcou sua obra basicamente por não ter tido interferência dos burocratas das gravadoras, o que fez com que sua obra fosse tida por tais gerentes e críticos de cultura rasa, como "difícil". Esses artistas, pela rebeldia, ousadia e audácia ganharam a alcunha de "Malditos". Itamar detestava tal rotulo e retrucava. A polemica era outra área na qual dava-se bem, talentoso que era com as palavras não só no âmbito poético. O duelo verbal lhe apetecia como forma honesta de defender a integridade do artista assim como - ao observador atento assim parecia - dava-lhe prazer triturar argumentos dos que com cultura limitada tentavam dirigir o processo de criação do artista. Em uma de suas tiradas mais famosas disse: "Se tivesse que ouvir conselho, pediria ao Hermeto Pascoal..." ou então: "Eu sou artista popular!", bradava indignado.

Entre suas canções mais conhecidas estão Fico Louco, Parece que bebe, Beijo na Boca, Sutil, Milágrimas, Vida de Artista, Dor Elegante e Estropício.


INTERCONTINENTAL (1988)


BICHO DE SETE CABEÇAS VOL. I (1993)


BICHO DE SETE CABEÇAS VOL. II (1993)

Conhecido como "maldito da MPB", o músico misturou samba com rock e funk, entre outros ritmos estrangeiros, em letras impregnadas de sátira e crítica social. Foi influenciado pelos trabalhos de músicos de variados gêneros, como Adoniran Barbosa, Cartola, Jimi Hendrix e Miles Davis, além de poetas como Paulo Leminski e Alice Ruiz.

Seus três primeiros LPs, (Beleléu, Leléu, Eu, 1980 lançado pelo selo Lira Paulistana; As Próprias Custas S.A., 1983; Sampa Midnight, 1986), foram relançados em CD pela Baratos Afins em 1994. Seu único LP produzido por uma grande gravadora e da Continental, intitulado Intercontinental! Quem diria! Era só o que faltava..., de 1988. Todos com a Banda Isca de Polícia.


BICHO DE SETE CABEÇAS VOL. III (1993)


PARA SEMPRE AGORA (1996)


PRETOBRÁS (1998)
Em 1994 lançou a série Bicho de Sete Cabeças (três LPs também na forma de dois CDs), acompanhado pela banda Orquídeas do Brasil. Em 1995 lançou um CD com músicas de Ataulfo Alves , novamente com a Isca de Polícia, que foi premiado como melhor do ano pela APCA.

Entre composições suas que fizeram sucesso com outros interpretes estão Nego Dito, com o sambista Branca de Neve, Já deu pra sentir e Aprendiz de Feiticeiro, com Cássia Eller, Código de Acesso e Vi, não vivi, de Zélia Duncan.

Faleceu em 2003, de câncer de intestino.


ISSO VAI DAR REPERCURSSÃO (2004)

PRETOBRÁS II (2010)


PRETOBRÁS III (2010)