A Horse With No Name

cavalo

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Sebastian Hardie


Sebastian Hardie, a lendária banda australiana de rock progressivo sinfônico liderada pelo guitarrista "Mario Millo", está de volta com um novo álbum intitulado "Blueprint". Este é o 3ª álbum de estúdio da banda, além dos agora clássicos, "Four Moments" (1975) e "Windchase" (1976).

Depois da sua dissolução no final de 1970, "Sebastian Hardie" foi convidado à retornar e realizar um show no Progfest 94 em Los Angeles. O show foi gravado e o CD "Live in LA" foi lançado.


Em julho de 2003 Sebastian Hardie retorna outra vez, desta feita para uma turnê no Japão e mais tarde nesse mesmo ano, foram convidados especiais nos concertos do "Yes" em Sydney e Melbourne.

Após shows no Japão e os shows com o grupo "Yes", entusiasmados com a excelente receptividade, os membros da banda decidiram gravar outro álbum e continuar com performances ao vivo. O único problema foi de logística. O baterista Alex Plavsic foi viver e trabalhar a cerca de 1000 quilómetros de distância, em Queensland, enquanto os outros membros estavam em Sydney com suas próprias responsabilidades pessoais e de trabalho. Isto proporcionou oportunidades limitadas para o grupo se reunir, ensaiar e gravar o novo material. Mas se eles tiveram pouco tempo, sobra-lhes qualidade e foi composto o material para um novo cd sem maiores problema.

2012 - BLUEPRINT

01. I Wish
02. Vuja de
03. Art of Life
04. I Remember
05. Another String
06. Shame


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Lô Borges

O famoso disco do tênis foi gravado logo em seguida ao lançamento de Clube da Esquina. Suas músicas foram compostas na correria, fato que ajudou a transformá-lo em uma obra única da música brasileira.

O vigoroso e distorcido blues rock “Você Fica Bem Melhor” abre o disco e até engana. O que segue, no entanto, é baseado em canções folk, com alguns delírios psicodélicos. “Canção Postal” parte de notas tristes ao violão e descamba em vocais influenciados por “Because” dos Beatles. A belíssima “O Caçador”, com seu lirismo e guitarras oitavadas, traz o parentesco com a doce melancolia de “Trem Azul”. Músicas completamente piradas como “Não Foi Nada”, “Pra Onde Vai Você” e “Aos Barões” se equilibram ao lado das pérolas sonhadoras “Pensa Você”, “Faça Seu Jogo” e “Não Se Apague Esta Noite”. Para completar, há ainda peças instrumentais (“Fio da Navalha”, “Calibre”, “Toda Essa Água”) e grandes momentos voz e violão (“Como o Machado” e “Eu Sou o Que Você É”).

É um disco que fala muito de sonhos, de estrada, da liberdade, da mesma forma que sempre traz à tona o sangue. Afinal, eram os anos mais tenebrosos da ditadura militar.

Texto: Revista Freakium

1972 | LÔ BORGES

01 | Você fica melhor assim
02 | Canção postal
03 | O caçador
04 | Homem da rua
05 | Não foi nada
06 | Pensa você
07 | Fio da navalha
08 | Pra onde vai você
09 | Calibre
10 | Faça seu jogo
11 | Não se apague esta noite
12 | Aos barões
13 | Como o machado
14 | Eu sou como você é
15 | Toda essa águaatural Wom

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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Kin Ping Meh


Não, ‘Kin Ping Meh’ não é uma banda chinesa, é alemã e embora seja rotulada como krautrock é uma banda de rock progressivo e hard rock formada em 1970 em Manheim, cujo embrião era o grupo escolar ‘Thunderbirds’ e tinha Werner Stephan nos vocais; Joachim Schafer na guitarra, piano e vocais; Fritz Schmitt no órgão e piano; Torsten Herzog no baixo e Kalle Weber na bateria. O gênero krautrock deriva da palavra krauts (chucrute) que era um termo depreciativo usado para os soldados alemães na Segunda Guerra Mundial, e foi criação de John Peel, apresentador de destaque de uma estação de rádio britânico em 1968, que o utilizava para designar as bandas de rock da Alemanha Ocidental que se destacavam internacionalmente.

O nome da banda, ‘Kin Ping Meh’, significa ‘um ramo de flor de ameixa em um vaso de ouro’ foi retirado de um romance chinês do século 16 que retrata a vida e os costumes da época. E os integrantes tinham como modelo as bandas inglesas ‘Deep Purple’, ‘Uriah Heep’ e ‘Spooky Tooth’. Em 1970, deram o primeiro concerto e nos meses seguintes participaram de sete concursos importantes. Foram descobertos pelos caçadores de talentos da ‘Polydor’ em 1971, e antes da gravação do primeiro álbum Joachim Schafer, que deixou a banda, foi prontamente substituído por Willie Wagner. O ano de 1972 foi um ano muito bom para ‘Kin Ping Meh’, participaram de um musical anti-drogas, compuseram a trilha sonora para um seriado, abriram os Jogos Olímpicos de Vela de Kiel, saíram em turnê com Rory Gallagher e lançaram o segundo álbum ‘Nº 2' que conta com um cover dos Beatles: Come Together. Mas o grupo pagou um alto preço por estar constantemente na estrada: Willie Wagner, Werner Stephan e Torsten Herzog saíram para serem substituídos por Gerhard ‘Gagey’ Mrozeck, Uli Gross, o baixista britânico Alan Joe Wroe e seu conterrâneo Geff Harrison. Com essa formação gravaram ‘Kin Ping Meh 3’ que contou com um coro feminino.

E foi principalmente por causa do vocalista Geff Harrison que a banda desenvolveu uma imagem de hard rock e apareceu em alguns programas de televisão com ‘Deep Purple’ e ‘Slade’. O quarto álbum ‘Virtues & Sins’ recebeu comparações com os ‘Rolling Stones’ e ‘Spooky Tooth’. Em 1976 lançaram ‘Concrete’, um álbum ao vivo. Após o término do contrato com a gravadora, Geff Harrison e Alan Joe Wroe deixaram a banda, os outros integrantes ainda tentaram um novo começo, mas foram incapazes de continuar a história de sucesso, principalmente por causa do fraco desempenho vocal. No verão de 1977, a banda finalmente foi extinta. Em novembro de 1982 aconteceu um show revival de ‘Kin Ping Meh’ na Universidade de Berlim, mas o grupo era constituído principalmente por membros da banda de Geff Harrison, Gerhard Mrozeck e Kalle Weber não participaram. Kalle Weber, da formação original da banda, morreu de um ataque cardíaco em 1995.

Texto: mara


1999 | FAIRY TALES & CRYPTIC CHATERS (4 CD BOX SET)

CD 1: TAKE FIVE DREAMS UNTIL KISSING TIME

01. Fantasy I
02. I Love You More Than You'll Ever Know
03. Something
04. You've Made Me So Very Happy
05. Light My Fire (Doors)
06. Spinning Wheel
07. My Future
08. Too Many People
09. Haze
10. In A Better Way
11. Old Man From Peru
12. Woman (Live)
13. Organ Intro
14. My Dove
15. Fairy Tales
16. Fantasy II

CD 2: LIVE LESSONS AT BIER'S DANCING SCHOOL

01. I Believe, that I'm a Winner
02. Help
03. Forget It, I Got It
04. Everyday (Live)
05. Don't You Know (Live)
06. I'm a Man (Live)
07. Progressive Blues Jam
08. Everything's My Way
09. Child in Time
10. Alexandra (Live)
11. Salty Dog
12. Happy Song
13. Killing Time

CD 3: SOMETIME BESIDE DRUGSON'S TRIP

01. Good Morning Kin Ping Meh
02. Everything's My Way (Live)
03. Everything's My Way (Alternate Instrumental)
04. My Future (Alternate Instrumental)
05. Too Many People (Alternate Instrumental)
06. Theme From Fairy Tales (Alternate Instrumental)
07. Don't You Know (Alternate Instrumental)
08. Final Blues (Alternate Instrumental)
09. The Ballad Of Drugson's Trip (Live)
10. Sometime (Live 1971)
11. Don't Get Confused (Live Early Fairy Tales)
12. Help (Live)
13. Too Many People
14. Do It Babe (Early Dove Version)
15. Drugson's Trip

CD 4: FINAL CUTS FROM "BIER" CONVENTIONS

01. Stage Announcements
02. Everything's my Way
03. Haze
04. Witch Craft
05. In a Better Time
06. Salty Dog
07. I'm a Man
08. Child in Time
09. Stage Announcement by Joachim Schafer
10. Everything's My Way
11. Salty Dog
12. Alexandra (Rehearsal for a Musical Called Rausch)

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Hipnoia

A banda Hipnoia nasceu em 2011, após o guitarrista Luiz Badia e o baterista Gilberto Cabral, amigos de longos anos, encontrarem o baixista Marcio CS, que se dispôs também a fazer testes para vocalista.

Tudo deu certo nos primeiros ensaios, o trio se firmou em estúdio, e conta hoje com mais de 20 músicas próprias, somando as composições de Luiz e Gilberto com as que Marcio trouxe quando entrou na banda.

Como os integrantes já passaram por muitas bandas e têm larga experiência de estúdio e palco, existe uma urgência de divulgação, por ser uma banda que recomeça do zero. A motriz musical se baseia no virtuosismo do baterista Gilberto Cabral, nas letras extravagantes de Luiz Badia, e na performance de Marcio CS. Todas as composições são em português.

O estilo musical da banda mistura o hard rock com o pós-punk, com letras que abordam temas pessoais e crônicas do cotidiano. A Hipnoia traz essa sonoridade para nossos tempos atuais, misturando com um rock mais contemporâneo, e pitadas de música brasileira.

Mais informações : SITE OFICIAL

Veja abaixo o clipe de "Os Astronautas (Ao Vivo)"

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

São Paulo Ska Jazz

"A partir de uma deliciosa “mistura” de bossa nova, frevo, baião, soul, jazz, salsa, reaggae e ska o SPSJ criou seu próprio repertório e promete ser a grande novidade da música instrumental brasileira." SPSJ - Site Oficial da Banda

"Jazz, mas também frevo e baião! A surpreendente aparição do SPSJ - com disco de estreia já pronto! - abre novos caminhos e perspectivas para o ska brasileiro. Jamais um grupo tupiniquim havia exibido lado a lado influências de papas do gênero (como New York Ska Jazz Ensemble e Jazz Jamaica All-Stars) e também boas referências de grupos instrumentais locais." Radiola Records

2009 - SÃO PAULO SKA JAZZ

01. São Paulo
02. 220
03. Alta Frequência
04. Sombrinha
05. Fim de Semana
06. Estação da Luz
07. Periferia
08. Em Algum Lugar da América
09. Samba de Uma Nota Só
10. Skaião
11. Rua Augusta
12. A Torre

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Black Sabbath

BORN AGAIN
Por: Ronaldo Costa

Ser um álbum de destaque dentro de uma discografia como a do Black Sabbath não é tarefa fácil. Afinal, estamos falando de uma banda que gravou vários clássicos do heavy metal, alguns em seqüência, além de ter brilhado com diferentes formações. O que se poderia esperar de uma reunião de Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward com aquele que é considerado um dos melhores vocalistas da história do rock (pra muita gente, o melhor)? Bem, a adição de Ian Gillan ao Sabbath criou um dos maiores ‘dream teams’ que o metal já viu e, por isso mesmo, o que se esperava era um sucesso estrondoso e absoluto.

As coisas não andavam muito boas para nenhum dos lados. O Black Sabbath perdera seu vocalista, ninguém menos que Ronnie James Dio, que deixava a banda após desentendimentos devido à mixagem e ao lançamento do ao vivo “Live Evil”, levando ainda o batera Vinny Appice na história. O grupo via-se então sem vocalista e sem baterista e precisaria encontrar alguém para ocupar os postos deixados pelos ex-integrantes. Para a bateria, acabaram optando pelo óbvio e convidaram Bill Ward para voltar à banda, sendo que o mesmo aceitou o convite de bate-pronto. Para o vocal, começaram a fazer algumas audições, só que substituir um monstro sagrado como Dio por alguém do mesmo nível era algo praticamente impossível. Diz a lenda que até Michael Bolton enviou fitas para uma possível audição com a banda. Muito se fala que Iommi queria muito que David Coverdale assumisse os vocais do Sabbath, só que a coisa toda era muito difícil pois David estava mais ocupado com o seu Whitesnake.

Ian Gillan estava se despedindo de sua carreira-solo, marcada por excelentes trabalhos mas que não obtiveram nenhum sucesso comercial e que não conseguiam atingir um público maior. O “Silver Voice” jamais escondera que sua real intenção era um retorno com o Deep Purple, difícil também àquela época, já que Ritchie Blackmore estava bem ocupado com o Rainbow. Eis que após um encontro num bar e alguns goles a mais (alguns não, vários goles a mais), Gillan, Iommi e Butler viram uma excelente possibilidade, que era o Black Sabbath com Gillan nos vocais. Após tudo acertado, a banda entra em estúdio e em agosto de 1983 lança o álbum “Born Again”. A princípio, não parecia que a coisa pudesse dar errado. O álbum já saiu direto no quarto lugar da parada britânica, melhor resultado comercial do Sabbath em muitos anos. Mas não foi exatamente o que aconteceu com o passar daqueles meses que se seguiram. Uma turnê não muito bem sucedida, o mal estar de Gillan no posto de vocal do Sabbath, críticas de vários fãs, sobretudo os mais radicais, fariam com que aquela reunião não tivesse continuidade e que os envolvidos passassem a considerar que aquilo tudo, incluindo-se o próprio “Born Again”, havia sido um grande equívoco.

Bom, após relembrar e entender o que rolou naquele período, vamos analisar o álbum em si. Existe uma corrente forte que afirma que “Born Again” tem poucos fãs pelo mundo e que, inclusive, boa parte deles estaria aqui no Brasil. Para alguns, tudo relacionado a esse trabalho serviria de motivo para críticas e implicâncias. A capa do disco é uma das mais criticadas e ridicularizadas da história do metal. Olhando ela hoje, realmente fica difícil defender aquela gravura. Mas se toda a crítica que se faz a esse álbum fosse resumida à capa, estaria tudo bem. O negócio é que muita gente criticava todo o resto: os videoclips gerados a partir de músicas do álbum que, pra muita gente, representaram algo ridículo e constrangedor para a banda. A turnê de divulgação, o setlist, a irritação que Gillan provocava em alguns, sobretudo nos mais radicais, com suas tentativas de impor o seu estilo pessoal às canções mais antigas da banda, principalmente nas da “fase Ozzy”, até mesmo o “sacrilégio”, na visão de alguns fãs, que foi incluírem “Smoke On The Water”, clássico do Purple, num setlist do Sabbath. Bill Ward, completamente impossibilitado de sair em turnê, acabou sendo substituído pelo competente Bev Bevan. Agora, se você reparar bem, tudo o que eu citei foram acontecimentos relativos àquele período. Mas e o principal? E as músicas do álbum em si? Afinal, não é isso o que realmente conta?

Bem, o Sabbath sempre primou pelo peso em toda a sua obra. De todas as características da banda, a que mais salta aos olhos é que a banda sempre soou muito pesada. E se houvesse um campeonato para ver qual álbum da banda é o mais pesado, “Born Again” ganharia o primeiro lugar fácil, fácil... É de impressionar até hoje a agressividade desse disco. A pancadaria começa com “Trashed”, uma daquelas porradas em que se leva um tempo até entender o que aconteceu. A assustadora “Disturbing the Priest” pode pegar de surpresa aquele menos atento, com o peso da guitarra de Iommi e os berros desesperados de Gillan. Como não se lembrar e não se empolgar com “Zero the Hero”, além de outras porradas mais do que pavorosas e diretas, como “Digital Bitch” e “Hot Line”. A banda só pegaria mais leve em duas músicas, a belíssima e emocionante “Born Again” e em “Keep It Warm”. Completando o álbum com “Stonehange” e “The Dark”, o resultado final em termos de composições é um dos melhores trabalhos já realizados pelo Black Sabbath em todos os tempos. Não era simplesmente um bom resultado em termos de pegada, de agressividade, era também um grande disco em termos de arranjos, harmonias e melodias. Os músicos todos em um ótimo momento (mesmo com os problemas de Bill Ward) e Ian Gillan entregando ao mundo o que muita gente considera o melhor trabalho vocal de sua carreira. Calma, antes de se revoltar comigo, o que estou dizendo é apenas uma afirmação de vários fãs do Sabbath, do Purple e do próprio Ian. Se a afirmação procede, é uma questão de avaliação de cada um. Agora, que a performance de Gillan nesse álbum é uma das coisas mais impressionantes já vistas no heavy metal, isso não há como negar. O cara parecia estar possuído, executando vocais matadores, notas altíssimas e gritos absolutamente desesperados. Cantou tudo o que sabia e mais um pouco. O grande ponto baixo em termos de sonoridade nesse trabalho está na sua produção e mixagem, que deixou o som abafado e, em certas partes, até meio embolado. É sabido que um amplificador de Tony Iommi queimou já no início das gravações e ninguém se deu conta disso até o fim da mixagem. Entretanto, esses deslizes parecem até ter contribuído para o clima pesado e agressivo de “Born Again”.

Hoje, os músicos afirmam não gostar do álbum, dizem que aquela reunião não deu certo, que ‘não rolou a química’. Na minha opinião, esse álbum de 1983 foi um dos melhores momentos do metal oitentista e do heavy metal como um todo. Como seria bom se outros álbuns desse nível chegassem ao mercado nos dias atuais. “Born Again”, ainda que de maneira torta e com várias críticas no seu encalço, pode, e pode muito, ser considerado um clássico, coisa que muita gente já o considera, mas normalmente deixando-o num nível diferente e um pouco abaixo de outras obras clássicas do Black Sabbath. Por isso mesmo, ostentando o status de ‘clássico’ para muitos, de ‘cult’ para outros e de um equívoco para alguns, esse é um disco cuja qualidade supera em muito a receptividade que teve e a importância e reconhecimento que realmente sempre mereceu.

1983 | BORN AGAIN

Trashed
Stonehenge
Disturbing the Priest
The Dark
Zero the Hero
Digital Bitch
Born Again
Hot Line
Keep It Warm

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Far Out

O Far Out foi o embrião do gigante japonês Far East Family Band, ora King Crimson ora Pink Floyd, com pitadas de Eloy e uma sonoridade nipônica que da um toque único a este álbum, o único da banda.O quarteto era liderado pelo guitarrista e vocalista Fumio Miyashita que posteriormente fundaria o FEFB, além de Miyashita o Far Out contava com Eiichi Sayu na guitarra, órgão Hammond e vocais, Kei Ishikawa no baixo e vocais, Manami Arai na bateria e Nihon-daiko nos vocais.Recheado de atmosferas tensas e espaciais, este disco é um prato cheio para os amantes da guitarra, que por todo o álbum dita a cadencia da banda.

1973 - FAR OUT

01 | Too Many People
02 | Nihonjin

+ 7 Bônus
03 | Birds Flying To The Cave
04 | Saying To The Land
05 | Moving, Looking, Trynig, Jumping
06 | Wa Wa
07 | The Cave Down To The Earth
08 | Four Minds
09 | Transmigration

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